ERETO E RETO

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ERETO E RETO

 

Posso tomar catorze cubas-libres

e, ainda assim, de tudo me apercebo:

dos pesos , das medidas , dos calibres

das atenções que dou , das que recebo

 

e, mesmo que eu promova diatribes

meu bem . . .  nem  fico bambo quando bebo!

 

 

Bebendo, eu danço mambo, tango, rumba

sambo na corda bamba , sapateio

canto vitória , ‘pontos’ de macumba’

dou cambalhota (e nem me despenteio)!

 

Meu coração não bate . . .  ele retumba!

(zabumba vão de mágoa . . . e de amor cheio)!

 

 

Meu santo é forte (e safo pra caramba)!

eu  fico ‘alto’ sim, mas . . .  não ‘arreio’

Meu equilíbrio exímio não descamba

(e, nem fumando diamba eu cambaleio)!

 

Amor . . . bebida alguma me esculhamba!

 (só fico ébrio mesmo . . . quando leio)!

 

PAULO MIRANDA BARRETO

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição CompartilhaIgual 4.0 Internacional -.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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