OH MY FREUD!

FREUD

OH MY FREUD!

 

in my bed

estou ‘na bad’

estou ‘de bode’

 

escutando

Radiohead

e Pink Floyd

 

 

venerando velhas fotos

 Polaroid

-que o Rei Tempo desbotou

sem compaixão-

 

 

i’m alone. . .

my love is gone. . .

como é que pode?

 

 

Isadora foi-se embora

pro Sudão

‘foi além’ . . .  morar no  harém

de algum sultão

 

 

me deixou ‘na mão’. . .

no chão. . .

(sem chão)

oh, Lord!

 

 

yes, she’s gone. . .

e estou ‘na bad’

estou ‘de bode’

 

 

só . . .  e  insone

just a sad

son of God

 

 

ai . . . ‘bolado’

e abandonado

como pode?!

 

 

se ‘o amor constrói’. . .

porque é que o meu

me implode?!

 

 

nenhum anjo

santo, herói. . .

ninguém me acode

 

 

I’m so sad. . .

estou na ‘bad’

estou ‘de bode’

 

 

escutando

Radiohead

e Pink Floyd

 

 

reduzido a um triste

androide

paranoide. . .

 

 

como pode?

como pode?

como pode?

 

 

Freud . . . explica!

dá uma dica!

help me, Freud!

 

PAULO MIRANDA BARRETO

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição CompartilhaIgual 4.0 Internacional

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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