POEMA DA VOLTA

162POEMA DA VOLTA

 

abra os braços, o sorriso, os botões, o fecho-ecler

e os portões do paraíso . . .

que estou voltando, mulher

 

 

abra um vinho,abra as janelas,as portas do coração 

e enxugue seus olhos, bela

pra rever-me . . .  salvo e são

 

 

abra o quarto! abracadabra! reabra o corpo fechado

anjo bom que me endiabra!

minha benção . . .  meu pecado . . .

 

 

abrace a  minha saudade . . .  meu desejo afoito, aflito. . .

e abra-se em flor à vontade

do meu amor infinito!

 

PAULO MIRANDA BARRETO

 

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição CompartilhaIgual 4.0 Internacional -.

 

 

 

 

 

 

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