AO SUJEITO OCULTO

sujeito ocultoAO SUJEITO OCULTO

 

não te direi com quem ando

nem tu me dirás quem és. . .

 

 

e, ainda assim,  prosseguirei remando

(rimando) contra os males e as marés

 

 

qual ébrio (nu de brios) . .  . me equilibrando

no brando fio de luz de minhas  fés

 

 

improvisando cios e requebrando

ao ritmo febril dos afoxés

 

 

mas, nem teu Deus do céu sabe até quando

versejarei assim . . .  ‘sambando um jazz’. . .

 

 

a revelar meus lumes no que escondo. . .

e a ler o silente estrondo

de um  sol. . .

             se pondo . . .

                               a meus pés.

 

PAULO MIRANDA BARRETO

 

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição CompartilhaIgual 4.0 Internacional -.

 

 

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