TODO SANTO DIA

Super lua vista entre os galhos secos do sertão do PiauíTODO SANTO DIA

 

traduzo uma ventania

interpreto um colibri

lapido a bijuteria

(e juro que é um rubi)!

 

 

ruborizo uma apatia

dou asas à um jaboti

tinjo o mar com poesia

(e finjo que não tingi)

 

 

canto . . . todo santo dia

mil canções que nunca ouvi

e verso . . .  por teimosia

(ou por mania . . .  e daí)?

 

 

ah! quê mais eu quereria

se aquilo que mais quero

tenho aqui?

 

 

papel, caneta azul, minha guria

e a lua , no céu, vadia

luzente (e cheia de si).

 

PAULO MIRANDA BARRETO

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição CompartilhaIgual 4.0 Internacional -.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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