PELOS ARES

alado odilon RedonPELOS ARES

 

Eu voo que voo pelos ares

leve . . .  apesar dos pesares

dos poréns, das más notícias

injustiças e  desaires

 

 

Voo além . . .  por sobre os mares

por céus interestelares

bem pra lá das vis malícias

e das audácias vulgares. . .

 

 

Voo pra longe das polícias

dos juízes, dos azares

das verdades fictícias

e mentiras cavalares

 

 

Voo pra longe das sevícias

das sordícias militares

das ‘elites’ vitalícias

dos ‘anti-heróis populares’

 

 

Vou poetizar delícias

luzes , coisas salutares

amores, curas, carícias

paixões, paisagens lunares. . .

 

 

Vou que vou . . .  Voo pelos ares

da minha imaginação

em pés de ventos solares

de asa delta, de balão

 

 

Voo de á pé, voo de avião

em busca de novos ares

voo com Deus no coração

Livre . . . apesar dos pesares.

 

PAULO MIRANDA BARRETO

ARTE: ”HOMEM ALADO” de ODILON  REDON

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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