DE UM PILEQUE POLIGLOTA

bourbon

DE UM PILEQUE POLIGLOTA

 

Ela tem olhos de LED                    

Lindos lábios de neon

E lê Baudelaire no ipad

Ouvindo um rock do bom

 

 

Nem sabe que make me mad

que ‘anaboliza’ o meu dom

de sofrer calado . . . Its sad!

Vou ao bar beber Bourbon. . .

 

 

Quem sabe a veja de novo

uma vez mais, talvez duas

numa das cinco mil ruas

por onde inda vou passar. . .     

 

 

Faço Sol, my God, ou chovo

imaginando ela nua?

Lastimo? Praguejo? Louvo?

Calo-me . . . ou uivo pra lua?

 

 

Is over . . . Perdi a chance. ..

E vai ser assim forever

que timidez e romance

não combinam never . . . Never!

 

 

Shes gone . . . Shes gone . . . Whatever!

Vou ao bar beber bourbon

ouvindo Gardel . . . Alone

como sempre . . . Ever . . . Ever. . .

 

PAULO MIRANDA BARRETO

ARTE: James Ensor – The Drunkards (1883)

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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