CONSOLANDO LÚCIA

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Espere por telegramas

telefonemas, milagres

cartas de amor, melodramas

poemas, e-mails, frases

de efeito (defeituosas)

bombons e rosas, sorrisos

olhares, beijos molhados. . .

‘souvenires do paraíso’

 

 

Espere pela esperança

perdida em seus pensamentos

em lembranças dissolvidas

por dúvidas, nãos e ventos. . .

 

 

Quem espera sempre cansa

“dança sem querer dançar”

pois não há dor indolor nem fúria mansa. . .

Tudo passa . . . Mas, demora pra passar

 

 

Um dia você desiste . . . e deixa de ‘deixe estar’

de ser boba e de ser triste. . .

E daí, passa a se amar. . .

 

 

 

Que o Sol nasce e põe-se logo. . .

E a noite nunca cai bem

pra quem pôs o coração (e a mão) no fogo

a esperar por um amor que nunca vem

 

 

Amanhã é outro dia

Depois . . . é outro amanhã

E entre o céu, a Terra e a vã filosofia

você há de se encontrar, querida irmã

 

Noutro amor

Noutra ilusão

Noutra poesia. . .

No final de uma canção do Djavan

 

E os seus olhos vão chorar . . . mas, de alegria

de paixão desenfreada e de euforia

tão vermelhas quanto a estrela Aldebarã.

 

PAULO MIRANDA BARRETO

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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