PERDOAI-ME POR AMAR-VOS, POTESTADES!

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PERDOAI-ME POR AMAR-VOS, POTESTADES!

 

Todos já fomos apóstolos de incalculáveis tolices

Todo incrédulo tem lá suas crendices

 

Mesmo as geniais deidades (sempre á salvo das sandices)

já incensaram nulidades e mesmices

 

Todos já fomos ridículos (ou vaidosos como misses)

e capazes de incontáveis maluquices. . .

 

Ora, as anormalidades são, tão só, banalidades. . .

 

E o que são, afinal, “normalidades”

senão inomináveis bizarrices?

 

PAULO MIRANDA BARRETO     09/2015

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

 

 

 

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