VERÕES

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VERÕES

 

Há coisas que não se dizem

com palavras e canções. . .

E há silêncios que fazem

mais barulho que trovões

 

 

Ás vezes . . . os seus olhares

desfazem escuridões

jorrando raios solares

em todas as direções!

 

 

Talvez meus sonhos precisem

deixar de ser ilusões. . .

Queira Deus, se realizem

as segundas intenções!

 

 

Tomara elas extravasem

meus limites . . . seus senões

E as nossas almas se casem

E os nossos corpos se abrasem

eternizando os verões!

 

PAULO MIRANDA BARRETO

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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