DE FORA DA ROTINA

 

ROTINA

DE FORA DA ROTINA

 

de tanto reclamar do sempre assim

de tanto me queixar do tudo igual 

o beija-flor murchou no meu jardim

e o Sol caiu do céu no meu quintal. . .

 

e agora já não sei o que é de mim

cheguei ao fim

e o fim

não tem final !

 

e nada mais é bom . . . nem é ruim. . .

e o resto é resto sobrenatural.

 

PAULO MIRANDA BARRETO

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

 

 

 

 

 

 

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