A DANADA

A DANADA 1

A DANADA

 

Ela

nada

á ver

navios

naufragados

 

 

mergulhada

em desvarios

variados

 

 

no calor

de calafrios

acalorados

 

 

ela nada

e nada

pode lhe parar. . .

 

 

ela nada

dada

ao gosto de nadar

 

 

a danada

nada

e nada . . . enquanto há mar

 

 

nada, nada, nada

pode lhe afogar. . .

nem a mágoa

nem a água

nem amar!

 

PAULO MIRANDA BARRETO

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

 

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