DO ÚTERO AO TÚMULO

DO UTERO

DO ÚTERO AO TÚMULO

 

Misturo-me ao que é mistério

Não tenho nada á temer

Eu entro e saio do sério

quando quero e sem querer

 

 

Começo do zero á zero

Não tenho nada á perder

E perco-me . . . Sou sincero

Só não pago pra não ver

 

 

Não sou super, mas supero

heroísmos á valer. . .

e nenhum ismo venero. . .

nem preciso ver pra crer

 

 

Do útero ao cemitério

e até no Além hei de ser

menino levado á serio

rindo, lindo de morrer.

 

PAULO MIRANDA BARRETO

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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