O POETA MORTO

poeta morto

O POETA MORTO

“Nobre animal, o poeta”

Mário Quintana

 

 

O poeta morto

sempre importa mais. . .

O vivo?

Tanto fez e tanto faz!

 

 

Nasce torto

Vive torto

(Vira santo quando jaz)

 

‘Pra sempre será lembrado’

quando ‘descansar em paz’

 

 

Estou pensando em ir

pro ‘outro lado’. . .

(Poetas mortos tornam-se imortais)!

 

Enquanto vivos

pouco são notados. . .

 

 Mas, ah! Depois que morrem:

 São demais!

 

 

Se vão versejar com Deus

ou rimar com o Satanás

pouco importa. . . Deixam versos!

Isso basta. Pra quê mais?

 

 

Bardos ‘de corpo presente’

são dispensáveis, banais. . .

Só morrendo ‘viram gente’. . .

Bardos . . .  ‘nobres animais’!

 

PAULO MIRANDA BARRETO

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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