COPACABANA

 

 

 

 

 

 

AI DE MIM, COPACABANA

(Com a licença de Torquato Neto)

 

Ai de mim, Copacabana!

Sem folga em fim de semana

Sem pai, sem mãe e sem grana

Não posso ser nem estar. . .

 

 

Nesse país que me engana

(Corpo malsão, mente insana.)

grande é a mão que me afana. . .           

Não posso ter e nem dar.

 

 

Ai de mim, Copacabana!

Nessa sina desumana

até a sorte se dana

veste luto e vira azar.

 

 

Nesse país que me engana

Ai de mim, Copacabana!

Ai de mim . . . Copacabana

que ainda teimo em versejar!

 

PAULO MIRANDA BARRETO (2002/2003)

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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